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DISJUNTORES DR e DPS, JÁ OUVIU FALAR?

Provavelmente já ouvir falar meio por cima, pelo menos as siglas, porem sem as definições corretas não é?

 

As siglas DR e DPS são respectivamente, Disjuntor Diferencial Residual ou Interruptor Residual e Dispositivo de Proteção Contra Surtos de Tensão.

Figura 1 – DR e DPS no QDG (Fonte: GRUPO AE)

 

São esses dois disjuntores que vão garantir a segurança das pessoas em suas residências, comércios ou quaisquer outros tipos de edificações contra Curtos-Circuitos (corrente elétrica acima do valor nominal suportado pela instalação) e Sobrecargas (tensões acima das permitidas, podendo provocar a queima de equipamentos elétricos).

 

O DR e DPS conhecidos por serem Disjuntores Termomagnéticos, ou seja, eles possuem uma junção de proteção térmica e magnética, sendo assim, vantajoso para proteger contra aquecimentos e curtos circuitos.

 

Os DRs protegem as pessoas contra o risco de choques elétricos com a função de detectar correntes de fugas (correntes que ultrapassam o valor nominal permitido). Essas correntes de fugas na maioria dos casos são causadas pelo contato acidental das pessoas em instalações ou em contato superficial.

 

Sua atuação sobre essas detecções de correntes de fuga ocasiona o desligamento automático do DR, ou seja, ocorre o famoso “Caiu o Disjuntor” ou “...a Chave”. Neste caso seria “Caiu o DR”.

 

 

Desligamento Automático do DR

 

Figura 2 – Ocorre o desligamento Automático ou “Caiu o DR” (Fonte: GRUPO AE)

 

 Este desligamento ocorre em duas situações:

  • Contato Direto: Quando alguém entra em contato com alguma superfície energizada em suas condições normais de funcionamento.

Ex: Tomadas;

 

  • Contato Indireto: Quando alguém entra em contato com alguma superfície que normalmente não conduza energia e desta forma esteja funcionando como um condutor, devido a qualquer por falha de isolamento dos fios.

Ex: Chuveiros elétricos mal isolados;

 

Os DPS são protetores contra surtos elétricos, detectando sobretenções transitórias na rede elétricas ocasionadas normalmente por Descargas Atmosféricas, ou seja, por Raios. Esses surtos normalmente são imediatos e não constantes. Os DPS evitam seus equipamentos eletrônicos queimem nessas descargas.

 

Eles são apenas prevenções causo o usuário possua equipamentos importantes de uso e não quer correr o risco de perdê-los. Podemos dizer que o DPS funciona como um escudo para o seu aparelho eletrônico, sendo o primeiro dispositivo a receber a sobretenção.

 

Sua atuação sobre as detecções de sobretenções ocasionam a alteração de cor em seu visor, sendo a cor “Verde” significando que o dispositivo esta pronto para uso e em funcionamento e a cor “Vermelha” expressa que o disjuntor sofreu um surto elétrico. Em resumo após a sua atuação, o DPS fica inoperante sendo necessária sua troca.

 

Essa atuação só ocorrerá quando o DPS sofrer uma atuação de surto por um período mais longo e de maior escala, ocasionando internamente no dispositivo, o aquecimento e a abertura do fusível. Causo contrário, com surtos pequenos, o DPS pode atuar quantas vezes forem necessárias.

 

          Os DPS possuem três classes de capacidades de drenagens corretes:

  • Classe I: Utilizado para drenar correntes parciais das descargas atmosféricas em ambientes com contato direto.

Ex: Áreas urbanas periféricas ou áreas rurais;

 

  • Classe II: Utilizado para drenar correntes induzidas que penetram nas edificações, ou seja, em efeitos indiretos de uma descarga atmosférica. Ex: Áreas urbanas;

  • Classe III: Utilizados para a proteção de equipamentos ligados à rede elétrica, linha de dados e linhas telefônicas.

 

VISOR DO DPS

 

Figura 3 – DPS de Classe III (Fonte: GRUPO AE)

 

Entenderam sobre o DR, o DPS e a sua importância?

 

Principalmente que esses dois dispositivos garantem a segurança na sua edificação?

 

O GRUPOAE sempre se preocupa com a segurança durante a obra de um modo geral e principalmente durante o Uso e Ocupação da edificação dos clientes, pois serão vocês (CLIENTES) que irão usufruir de nossos produtos não é?

Escrito por: João Vitor Hayashi Almeida Machado, Engenheiro Civil formado na Faculdade Pitágoras, em 2014. Cursando MBA em Gerenciamento de Projetos. E-mail: joao.vitor@aegrupo.com.br

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